sexta-feira, 8 de outubro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
BTCA faz apresentação a preço popular
Neste domingo (12) às 11 horas, o projeto domingo no TCA, que desde 2007 apresenta espetáculos com ingressos no valor de R$ 1,00 , recebe o BTCA em sua nova coreografia.
“A quem possa interessar”, do coreógrafo Henrique Rodovalho e coordenação de Jorge Vermelho, estreou no dia 13 e 14, de agosto, no palco principal do teatro Castro Alves e já se apresentou nas cidades de Curitiba e Londrina.
Os ingressos serão vendidos no dia do espetáculo, a partir das 9 horas, com acesso imediato do público.
Serviço:
BTCA – A quem possa interessar
Quando: 12 de setembro
Horário: 11 horas
Valor: R$ 1,00
Veja a seguir uma matéria sobre o Balé do Teatro Castro Alves.
“A quem possa interessar”, do coreógrafo Henrique Rodovalho e coordenação de Jorge Vermelho, estreou no dia 13 e 14, de agosto, no palco principal do teatro Castro Alves e já se apresentou nas cidades de Curitiba e Londrina.
Os ingressos serão vendidos no dia do espetáculo, a partir das 9 horas, com acesso imediato do público.
Serviço:
BTCA – A quem possa interessar
Quando: 12 de setembro
Horário: 11 horas
Valor: R$ 1,00
Veja a seguir uma matéria sobre o Balé do Teatro Castro Alves.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Grupo Norte Americano de acrobacias se apresenta no TCA
Técnicas aéreas inovadoras, dança, skate, x-games, ginástica olímpica e esportes urbanos, fazem parte da coreografia do grupo norte-americano de acrobacias Antigravity. O grupo que pela primeira vez se apresenta no Brasil, desafia a lei da física e os limites do corpo humano.
Com duração de 90 minutos, o espetáculo retrata a capacidade de “voar” e conta a história de uma menina que sonha está voando, fazendo o público compartilhar essa sensação através de uma viagem musical e acrobática, descobrindo que a capacidade de voar é também um estado de espírito.
Fundada em 1990 em Nova Iorque pelo ginasta e ator da Broadway Christopher Harrison, a companhia é um coletivo de artistas e atletas que tem inspirado audiências ao redor do mundo com suas apresentações.
Serão 22 performers apresentando AntiGravity Brasil 2010: desafiando a gravidade com arte. A turnê brasileira começa em Belo Horizonte, no dia 11 de agosto, e termina em Salvador, na Sala Principal do Teatro Castro Alves, no dia 22 do mesmo mês.
Serviço:
O quê: AntiGravity
Onde: Sala Principal do Teatro Castro Alves (TCA)
Quando: 22 de agosto, domingo, às 20 horas
Ingressos (inteira): R$ 50 Já à venda
Fonte: Teatro Castro Alves (TCA)
Foto: Divulgação
sábado, 7 de agosto de 2010
BTCA estreia nova coreografia

O mais novo espetáculo do Balé Teatro Castro Alves (BTCA) estreia nos dias 13 e 14 de agosto. “A quem possa interessar”, tem a direção artística de Jorge Vermelho e coreografia do renomado Henrique Rodovalho, um dos mais respeitados profissionais da área no Brasil e diretor artístico da Quasar Cia de Dança, de Goiás. O espetáculo, será apresentado na Sala Principal do TCA, às 20 horas, com ingressos (inteira) a R$ 10. Na véspera, dia 12, a companhia realiza um ensaio aberto ao público, a partir das 17 horas, também na Sala Principal.
O espetáculo está sendo construído a partir de um trabalho coletivo em que os bailarinos do BTCA são incitados a resgatar suas trajetórias e experiências, ao mesmo tempo que incorporam os conhecimentos apresentados por Rodovalho, que possui uma vasta trajetória de pesquisa e trabalhos não só no Brasil, como em Portugal, Holanda, Inglaterra e México. Sobre este trabalho, Rodovalho comentou que estabeleceu um pensamento norteador voltado para “o bem estar, o prazer e a alegria, elementos que devemos apreciar e sentir aqui e agora”.
Serviço:
O quê: BTCA - A Quem Possa Interessar
Local: Sala Principal do Teatro Castro Alves
Data: 13 e 14 de agosto, sexta e sábado
Horário: 20h
Ingressos (inteira): R$ 10
Foto:Adenor Gondim
Fonte: TCA
sexta-feira, 23 de julho de 2010
O blog como alternativa no mercado de trabalho é tema do Café com Prosa

Blogueiros de plantão, as alternativas no mercado de trabalho soteropolitano na área da Comunicação Social será o tema discutido no primeiro Café com Prosa de 2010.2, no dia 27 de julho, às 19h, Sala Maria Alice, na Unidade Sede da Faculdade Social, localizada em Ondina. Tendo enfoque em blogs, ferramenta comumente utilizada no mundo virtual, os palestrantes vão falar como as iniciativas podem se transformar em uma alternativa de trabalho remunerado e o crescente interesse dos anunciantes.
Palestrantes:
•Kátia Najara: Blogueira, criadora e gestora do Rainhas do Lar - www.rainhasdolar.com -, que fala sobre culinária e universo feminino e com mais de 10 mil acessos por dia.
•Eduardo Salles Filho: Site Papo de Gordo. Dudu, como é mais conhecido, é publicitário, professor, tradutor, blogueiro, chef amador e "gordo". Por mais que ande perdendo peso, sempre será um homem de alma gorda, bonachona, risonha e, por que não, espalhafatosa. Seu lema: gordura também é cultura!
Fonte: Faculdade Social
domingo, 10 de janeiro de 2010
Síndrome de Rett, você conhece?
Por Karina Brasil
O desconhecimento profissional e a comparação com o autismo são alguns dos problemas enfrentados no diagnóstico e no tratamento da síndrome de Rett. A síndrome de Rett foi descrita pela primeira vez, em 1966 pelo, professor de pediatria, o austríaco Andréas Rett, em Viena, capital da Áustria. A doença é progressiva, causa desordens neurológicas e acomete, principalmente, crianças do sexo feminino.A anomalia não possui cura e o tratamento envolve especialidades como ortopedia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e fisioterapia.
Para melhor esclarecer sobre essa anomalia desconhecida por muitos, conversamos com a neuropediatra Adriana Marques de Mattos.
O que é a Rett?
A Rett é uma síndrome que atinge, basicamente meninas e acomete, principalmente, as funções neurológicas.
Quais são as causas da rett?
Uma causa única não tem. Um único gene já foi identificado (MecP2), mas, para crianças que não têm o gene, não se sabe qual é a causa. Existem famílias que não têm um caso na família inteira, já outras que tem três. A doença não tem um único fator, uma única causa; ainda existem outras a serem definidas.
Quais são os principais sintomas?
A criança se desenvolve bem e, por volta de um a dois anos, começa a apresentar algumas alterações comportamentais. Inicialmente, elas são do espectro autista: não socializam direito e perdem o contato visual. O principal do sintoma é que a criança não usa a mão com o objetivo de pegar as coisas mesmo que joguem algo. Ela vai estar com as mãos sempre juntas, ou mexendo uma na outra, ou na boca. Outro sintoma é que começa a diminuir a velocidade de crescimento do perímetro cefálico: a menina começa a aumentar de tamanho e de peso, mas o cérebro não acompanha esse crescimento. A depender da fase, outros sintomas aparecem, como espasmo, distúrbio de movimento, escoliose, pínea, crises convulsivas (não em todas as crianças, mas é um sintoma esperado).
Qual a diferença de Rett para o autismo?
Inicialmente, eles têm um quadro muito parecido, que é a questão da interação social: a criança começa a não olhar no olho, a brincar sozinha, a ter maneirismos e estereotipias, a mexer na mão ou em algum outro objeto, a não expor a linguagem verbal. Ela, praticamente, inexiste. Só que a evolução da Rett é mais rápida do que do autismo e vem outras alterações junto. Se o profissional não tiver atento, vai tratar só a parte comportamental, perdendo tempo de melhorar nessas outras questões. E quando for tratar, já vai estar mais avançado o quadro.
Como é realizado o tratamento?
O tratamento é em busca de melhorar a qualidade de vida. Tentamos retardar a progressão da doença e fazemos terapia ocupacional, com fonoaudiólogo e fisioterapeuta para o controle rigoroso das crises; acompanhamento com pneumologista, para evitar infecção respiratória; tratamento com ortopedista, para tentar diminuir a progressão da escoliose. Medicamentos, só se tiver um alvo: posso fazer um relaxante muscular, se ela tiver muita espastiscidade (durinha) ou um medicamento para crise convulsiva. Utiliza-se mais terapia, pois o cérebro está começando a diminuir o desenvolvimento dele.E então, terapia ocupacional e fisioterapia retardam a evolução da doença.
Quais as principais dificuldades enfrentadas no tratamento?
Os profissionais não têm conhecimento do trabalho que deve ser feito com essas crianças e acaba enquadrando o tratamento como fazem para outras alterações comportamentais. A terapia funcional e fonoaudiologia são as mais importantes para trazer a funcionalidade para a criança.
Qual o motivo do desconhecimento pelos profissionais?
As pessoas tem o hábito de taxar pacientes neurológicos, em paralisia cerebral, retardo mental, autismo e epilepsia,mas em cada grupo desse, existem síndromes específicas. Quem não trabalha diretamente com a neurologia infantil acaba atribuindo essas crianças a esse grandes grupos de doenças. Na faculdade, nem na minha residência de pediatria, não aprendi síndrome de Rett, não foi ensinado. Só se vim conhecer na residência de neuropediatra. Se perguntar para um neurologista de adulto ou um pediatra, provavelmente, ele não vai conhecer.
Qual a diferença de Rett para o autismo?
Inicialmente, eles têm um quadro muito parecido, que é a questão da interação social: a criança começa a não olhar no olho, a brincar sozinha, a ter maneirismos e estereotipias, a mexer na mão ou em algum outro objeto, a não expor a linguagem verbal. Ela, praticamente, inexiste. Só que a evolução da Rett é mais rápida do que do autismo e vem outras alterações junto. Se o profissional não tiver atento, vai tratar só a parte comportamental, perdendo tempo de melhorar nessas outras questões. E quando for tratar, já vai estar mais avançado o quadro.
O desconhecimento profissional e a comparação com o autismo são alguns dos problemas enfrentados no diagnóstico e no tratamento da síndrome de Rett. A síndrome de Rett foi descrita pela primeira vez, em 1966 pelo, professor de pediatria, o austríaco Andréas Rett, em Viena, capital da Áustria. A doença é progressiva, causa desordens neurológicas e acomete, principalmente, crianças do sexo feminino.A anomalia não possui cura e o tratamento envolve especialidades como ortopedia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e fisioterapia.
Para melhor esclarecer sobre essa anomalia desconhecida por muitos, conversamos com a neuropediatra Adriana Marques de Mattos.
O que é a Rett?
A Rett é uma síndrome que atinge, basicamente meninas e acomete, principalmente, as funções neurológicas.
Quais são as causas da rett?
Uma causa única não tem. Um único gene já foi identificado (MecP2), mas, para crianças que não têm o gene, não se sabe qual é a causa. Existem famílias que não têm um caso na família inteira, já outras que tem três. A doença não tem um único fator, uma única causa; ainda existem outras a serem definidas.
Quais são os principais sintomas?
A criança se desenvolve bem e, por volta de um a dois anos, começa a apresentar algumas alterações comportamentais. Inicialmente, elas são do espectro autista: não socializam direito e perdem o contato visual. O principal do sintoma é que a criança não usa a mão com o objetivo de pegar as coisas mesmo que joguem algo. Ela vai estar com as mãos sempre juntas, ou mexendo uma na outra, ou na boca. Outro sintoma é que começa a diminuir a velocidade de crescimento do perímetro cefálico: a menina começa a aumentar de tamanho e de peso, mas o cérebro não acompanha esse crescimento. A depender da fase, outros sintomas aparecem, como espasmo, distúrbio de movimento, escoliose, pínea, crises convulsivas (não em todas as crianças, mas é um sintoma esperado).
Qual a diferença de Rett para o autismo?
Inicialmente, eles têm um quadro muito parecido, que é a questão da interação social: a criança começa a não olhar no olho, a brincar sozinha, a ter maneirismos e estereotipias, a mexer na mão ou em algum outro objeto, a não expor a linguagem verbal. Ela, praticamente, inexiste. Só que a evolução da Rett é mais rápida do que do autismo e vem outras alterações junto. Se o profissional não tiver atento, vai tratar só a parte comportamental, perdendo tempo de melhorar nessas outras questões. E quando for tratar, já vai estar mais avançado o quadro.
Como é realizado o tratamento?
O tratamento é em busca de melhorar a qualidade de vida. Tentamos retardar a progressão da doença e fazemos terapia ocupacional, com fonoaudiólogo e fisioterapeuta para o controle rigoroso das crises; acompanhamento com pneumologista, para evitar infecção respiratória; tratamento com ortopedista, para tentar diminuir a progressão da escoliose. Medicamentos, só se tiver um alvo: posso fazer um relaxante muscular, se ela tiver muita espastiscidade (durinha) ou um medicamento para crise convulsiva. Utiliza-se mais terapia, pois o cérebro está começando a diminuir o desenvolvimento dele.E então, terapia ocupacional e fisioterapia retardam a evolução da doença.
Quais as principais dificuldades enfrentadas no tratamento?
Os profissionais não têm conhecimento do trabalho que deve ser feito com essas crianças e acaba enquadrando o tratamento como fazem para outras alterações comportamentais. A terapia funcional e fonoaudiologia são as mais importantes para trazer a funcionalidade para a criança.
Qual o motivo do desconhecimento pelos profissionais?
As pessoas tem o hábito de taxar pacientes neurológicos, em paralisia cerebral, retardo mental, autismo e epilepsia,mas em cada grupo desse, existem síndromes específicas. Quem não trabalha diretamente com a neurologia infantil acaba atribuindo essas crianças a esse grandes grupos de doenças. Na faculdade, nem na minha residência de pediatria, não aprendi síndrome de Rett, não foi ensinado. Só se vim conhecer na residência de neuropediatra. Se perguntar para um neurologista de adulto ou um pediatra, provavelmente, ele não vai conhecer.
Qual a diferença de Rett para o autismo?
Inicialmente, eles têm um quadro muito parecido, que é a questão da interação social: a criança começa a não olhar no olho, a brincar sozinha, a ter maneirismos e estereotipias, a mexer na mão ou em algum outro objeto, a não expor a linguagem verbal. Ela, praticamente, inexiste. Só que a evolução da Rett é mais rápida do que do autismo e vem outras alterações junto. Se o profissional não tiver atento, vai tratar só a parte comportamental, perdendo tempo de melhorar nessas outras questões. E quando for tratar, já vai estar mais avançado o quadro.
Salvador tem o maior índice de intoxicação do Nordeste

Por Karina Brasil
Ilustração: Fiocruz
Salvador é a capital do Nordeste com maior número de casos de intoxicação, conforme dados de 2007 do Sistema Nacional de Informações Tóxico Farmacológicas (Sintox). A cidade registrou 32,62% das ocorrências de toda a região. Os dados de 2007 do Centro de Informações Antiveneno da Bahia (Ciave) apontam que, das 2.307 pessoas de 0 a 14 anos internadas, 1.064 eram menores de cinco anos.
Os venenos atingem as pessoas pela pele, respiração e boca. Especialistas atribuem a maior incidência dos casos na primeira infância ao fato dos garotos não conseguirem dimensionar o perigo nesta fase. Pior: “a criança sofre conseqüências mais sérias de intoxicação, comparando com um adulto, por possuir estrutura corporal menor e metabolismo rápido”, conforme o site oficial da ONG Criança Segura.
“O ambiente doméstico é onde as crianças mais se envenenam”, afirma a diretora do Ciave, Daisy Schwab. É importante ficar atento a qualquer produto que traga risco, como medicamentos, materiais de limpeza e alguns vegetais utilizados em ornamentação. Em áreas litorâneas, é necessário atenção redobrada com animais marinhos,que causam intoxicação, a exemplo de águas-vivas, caravelas e peixes como o baiacu (que, se ingerido, pode levar a óbito em até 15 minutos por parada respiratória).
Em caso de envenenamento, deve-se entrar em contato com o Ciave (0800 284 4343) e procurar a unidade de saúde mais próxima. O contato com plantas tóxicas ou animais peçonhentos, ingestão de alimentos de origem duvidosa ou com alteração de sabor, cheiro ou aspecto, pode acarretar alguns dos sintomas abaixo: aparecimento repentino de vômito, convulsão ou desmaio; respiração difícil; manchas ou cheiros estranhos na pele ou em roupas. Os sintomas podem aparecer isolados ou simultaneamente.
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